
NEWSLETTER CIENTÍFICA · EDIÇÃO Nº 03
A assepsia começa na mesa cirúrgica: contaminação na coleta de lipoaspirado
Edição publicada originalmente pelo LipAge — lipage.com.br, republicada na Fronteira Regenerativa com leitura aberta. Tema: tecido adiposo, lipoaspiração e enxerto de gordura. Referência: Bucky LP, May R Jr. Patient use of autologous cryopreserved intact adipose tissue. Cell and Tissue Engineering. 2017;1(3):224–235. (Domenis et al. 2019; Cohen et al. 2010; Eastlund 2006 — incluídos.)
Perguntas respondidas nesta edição
O lipoaspirado pode chegar contaminado ao laboratório?
Segundo a edição, até 29% das amostras de lipoaspirado chegam ao CPC com contaminação microbiológica detectável, chegando a 38% após o descongelamento; a flora cutânea é o principal vetor.
Congelar a gordura da lipoaspiração a esteriliza?
Não. A criopreservação suspende a atividade metabólica, mas bactérias retomam a multiplicação após o descongelamento. Troca de luvas, autoclave e sistema fechado de coleta são pontos críticos.
Conteúdo editorial e científico; não substitui avaliação médica.